Tudo pulsa...renasce. Fremem convulsivamente,
Desejos e sonhos desnudos,
Na incompletude do presente.
A circular os corpos em calores, De tão perto e tão distantes,
Gerando versos que transbordam,
Com risos e carícias deslisantes.
No abrir de íntimos silêncios E, em êxtase fluindo, a florescer
Integram-se aquecidos no querer.

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